Política é
denomina arte ou ciência da sociedade organizada, sendo a forma de direção e administração de nações, estados ou cidades. A
política é o ato mais democrático do ser humano. A ciência política é a atividade dos cidadãos
que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua
participação. A palavra
tem origem nos tempos em que os gregos
estavam organizados em cidades-estado chamadas "polis", daí
a origem do nome. A política,
por exemplo, pode significar tanto a administração de um país quanto tratar de qualquer assunto referente a
sua sociedade
ou aos interesses de uma pequena e isolada comunidade
deste país. Atribuímos à ideia de política somente a chamada política
partidária, onde pessoas se filiam a um partido para se elegerem como
representantes do povo. A política na verdade acontece o tempo todo e em todos
os lugares, desde que venhamos a tratar e discutir assuntos referentes aos
interesses de todos, isto sim é a verdadeira política.
sábado, 11 de agosto de 2012
SER GENTIL
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Gentileza é um modo de agir,
um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um
atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado ou meramente cumprir
regras de etiqueta, porque embora possamos (e devamos) ser educados, a
gentileza se trata de uma característica diretamente relacionada com caráter,
valores e ética; sobretudo, tem a ver com o desejo de contribuir com um mundo
mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar uma pessoa mais
gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado
consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.
1- O que é ser gentil?
2- Por
que esquecemos de ser gentis?
3- Por que muitos acreditam que ser gentil tem a ver
com ser bobo?
4- Dá pra falar ‘não’ sendo gentil? Como?
5- Como ser gentil sem ser chato
ou cafona?
6- Que benefícios a gentileza nos traz?
7- Como a gentileza interfere entre
nossos amigos e familiares?
8- Como a gentileza pode nos ajudar no ambiente
escolar?
9- Cite dez maneiras de ser gentil:
10- Crie um poema, musica ou historia sobre ações e atos
generosos:
INJUSTIÇA
Injustiça é a falta ou ausência de justiça,
seja em referência a um evento, ato ou situação de fato. Pode estar referida a
um sujeito ou grupo social. Injustiça é quando, além de a justiça não ser respeitada por alguns
indivíduos, houver impunidade para
esses que burlaram o sistema jurídico, ético ou moral. A injustiça também
existe como causa de problemas de relacionamento
e caráter.
Cite cinco grandes
injustiças e comente sobre cada uma delas, nos seguintes seguimentos: A) No país B) Na escola C) Na família D) Na política E) No esporte
F)
Na amizade
terça-feira, 3 de julho de 2012
IBGE - Mudanças religiosas no Brasil
O Censo revelou uma mudança no perfil religioso dos brasileiros. O
número de evangélicos aumentou 61% entre os anos 2000 e 2010, mas os católicos
seguem sendo maioria no país. Apesar disso, o número de fiéis diminuiu na
última década. Em 2010, eram 123,3 milhões de católicos apostólicos romanos,
1,7 milhão a menos do que no ano 2000. A proporção caiu de 73,6% para 64,6% da
população. Em 1970, eram quase 92%. “A igreja não acompanhou os seus migrantes,
não acompanhou o seu povo. A igreja tem que sair um pouco dos seus muros, das
suas igrejas, tem que abrir janela, porta e ir onde está o povo de Deus”, opina
o membro do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento/CNBB Thierry Lineard. Os
evangélicos, por outro lado, foram os que mais cresceram. Passaram de 15,4%
para 22,2% da população. Em dez anos, as diferentes igrejas evangélicas
conquistaram 16 milhões de fiéis. Hoje são mais de 42 milhões. “Nós abordamos
as pessoas, as suas casas, os logradouros públicos. Procuramos trabalhar na
evangelização homem a homem, por assim dizer. Um trabalho de evangelismo
pessoal”, conta o presidente da Confederação Nacional das Assembléias de Deus,
José Wellington Bezerra da Costa. Na última década, aumentou ainda a proporção
de pessoas sem religião, que já são 8% dos brasileiros, e de espíritas, que são
2%. Tendência seguida por outras religiões como umbanda, budismo e candomblé,
que ganharam seguidores. A pesquisa que aponta o crescimento da diversidade dos
grupos religiosos no Brasil também mostra que as preferências em relação à
religião variam bastante de região para região e de estado para estado. O
Nordeste é a região que proporcionalmente tem mais católicos. Os evangélicos
têm maior participação no Norte e os espíritas no Sudeste. Entre os estados, o Piauí é o que tem o maior percentual de católicos, 85%. O de
evangélicos está em Rondônia, 33,8%, e o de espíritas, no Rio de Janeiro, 4%. O Censo mostra que os espíritas são os que têm a
maior renda e o maior nível de escolaridade. “Esse movimento da diversidade que
é muito próprio da sociedade brasileira se reflete sobre as religiões também,
quer dizer, não temos mais uma igreja que seja absolutamente majoritária em
todos os segmentos”, aponta o coordenador de População e Indicadores Sociais do IBGE, Luís Antônio Pinto de Oliveira. “O importante é você
ter o respeito com o próximo e saber lidar com isso”, aconselha o músico
Eduardo Arantes.
fonte: Jornal Nacional 29/06/2012
domingo, 10 de junho de 2012
TRABALHO "OS FILMES"
Todos os filmes podem
ser assistidos pela internet, baixados ou locados. Para todos há a opção de
legendado ou dublado.
1º ANO
filme: EXÍLIOS
Sites: www.adorocinema.com
www.cinedica.com.br
2º ANO
filme: DESCARTES
Sites: www.saudadeeadeus.com.br
www.youtube.com
www. cafesfilosoficos.wordpress.com
filme: ENTRE OS MUROS DA ESCOLA
Sites: www.puxandolegal.com
www.muambeiros.net
www.tiodosfilmes.com
DIA DOS NAMORADOS
O Dia dos Namorados também está ligado a comemorações da fé
católica com São Valentim e
Santo Antonio. Independente da religião é uma data especial e
comemorativa na qual se celebra a união
amorosa entre casais em
varias partes do mundo. Nesta data é comum a troca de cartões e presentes e as
declarações de amor e de carinho entre as pessoas. A história diz que Valentim lutou contra as ordens do
imperador Cláudio II,
que havia proibido no final da idade média o casamento durante as guerras acreditando que os
solteiros eram melhores combatentes. Além realizada
os casamentos secretamente, ele foi preso e condenado à morte. Enquanto estava
preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda
acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua
sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro. Mas mesmo descobrindo
seu grande amor, isto não o impediu de ser morto.
1- O que você entende como
namorar?
2- O que você entende como amor?
3- Qual a diferença de amor e
paixão?
4- Existe ligação entre Amor e Fé?
5- Como o amor está ligado ao sofrimento?
6-
Quando iniciar um namoro?
7- Você acredita está
pronto (a) para iniciar um namoro? Justifique:
8-
Faça uma resenha de dez linhas sobre o texto:
domingo, 27 de maio de 2012
Adolescentes e a bebida
Proibidas por lei para menores de 18 anos, as bebidas alcoólicas estão cada vez mais presentes na rotina dos adolescentes. Sem limites e sem conhecimento dos pais, jovens em idade escolar têm acesso livre aos variados tipos de bebidas. “Os jovens não enxergam a bebida como algo ruim por causa da legalidade da bebida e do fácil acesso. O que eles não sabem é que o álcool pode causar vários danos à saúde e também é uma porta de entrada para outras drogas”, explica os psiquiatras da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead). No Brasil, 80% dos adolescentes já beberam alguma vez na vida e 22% dos jovens estão sob risco de desenvolver dependência de álcool.
- De que forma amigos influenciam com a bebida?
- Como o uso da bebida faz ser mais descolado?
- Como é o exemplo dos seus pais sobre o álcool?
- Dizer não quero, te coloca em estado de vergonha?
- Escreva sobre o vexame de alguém por causa do porre:
- PQ a bebida poderia ser liberada para os menores?
- Beber e usar drogas é a mesma coisa? Explique:
- PQ cada vez mais o uso do álcool começa mais cedo?
- Quem bebe é normal vomitar e pagar micos? Conte-nos:
- Escreva em (10 linhas) sua experiência com a bebida:
sábado, 26 de maio de 2012
Antropologia
A antropologia é uma ciência social surgida no século XVIII. Porém, foi
somente no século XIX que se organizou como disciplina científica. A palavra
tem o seguinte significado: antropo=homem e logia=estudo.
Estudo antropológico
Esta ciência estuda, principalmente, os costumes, crenças, hábitos e aspectos físicos dos diferentes povos que habitaram e habitam o planeta.
Portanto, os antropólogos estudam a diversidade cultural dos povos. Como cultura, podemos entender todo tipo de manifestação social. Modos, hábitos, comportamentos, folclore, rituais, crenças, mitos e outros aspectos são fontes de pesquisa para os antropólogos.
A estrutura física e a evolução da espécie humana também fazem parte dos temas analisados pela Antropologia.
Os antropólogos utilizam, como fontes de pesquisa, os livros, imagens, objetos, depoimentos entre outras. Porém, as observações, através da vivência entre os povos ou comunidades estudadas, são comuns e fornecem muitas informações úteis ao antropólogo.
Antropólogos famosos da história:
- Bronislaw Malinowski (1884-1942) – valorizou o trabalho minucioso e o convívio com povos nativos como forma de obter informações para o trabalho antropológico.
- Franz Boas (1858-1942) – estudou vários povos indígenas dos Estados Unidos.
- Claude Levi-Strauss (1908-) – criador do estruturalismo. Sua obra principal foi “O pensamento selvagem”.
Esta ciência estuda, principalmente, os costumes, crenças, hábitos e aspectos físicos dos diferentes povos que habitaram e habitam o planeta.
Portanto, os antropólogos estudam a diversidade cultural dos povos. Como cultura, podemos entender todo tipo de manifestação social. Modos, hábitos, comportamentos, folclore, rituais, crenças, mitos e outros aspectos são fontes de pesquisa para os antropólogos.
A estrutura física e a evolução da espécie humana também fazem parte dos temas analisados pela Antropologia.
Os antropólogos utilizam, como fontes de pesquisa, os livros, imagens, objetos, depoimentos entre outras. Porém, as observações, através da vivência entre os povos ou comunidades estudadas, são comuns e fornecem muitas informações úteis ao antropólogo.
Antropólogos famosos da história:
- Bronislaw Malinowski (1884-1942) – valorizou o trabalho minucioso e o convívio com povos nativos como forma de obter informações para o trabalho antropológico.
- Franz Boas (1858-1942) – estudou vários povos indígenas dos Estados Unidos.
- Claude Levi-Strauss (1908-) – criador do estruturalismo. Sua obra principal foi “O pensamento selvagem”.
O liberalismo
O liberalismo é um sistema político-econômico baseado na defesa da liberdade individual, nos campos econômico, político, religioso e intelectual, contra as ingerências e atitudes coercitivas do poder estatal. Apesar de diversas culturas e épocas apresentarem indícios das ideias liberais, o liberalismo definitivamente ganhou expressão moderna com os escritos de John Locke (1632 - 1704) e Adam Smith (1723-1790). Seus principais conceitos incluem individualismo metodológico e jurídico, liberdade de pensamento, liberdade religiosa, direitos fundamentais, estado de direito, governo limitado, ordem espontânea, propriedade privada, e livre mercado. A palavra "liberal" deriva do latim, liber ("livre", ou "não-escravo"), e está associada com a palavra "liberdade", libertário
Neoliberalismo
A
partir da década de 1970, a
supremacia do modelo capitalista sob o estagnado projeto de desenvolvimento dos
países socialistas marcou uma nova fase da política internacional. Com o passar
do tempo, o novo ritmo das empresas e mercados forçou uma repaginação dos
moldes de orientação política do Estado para com a sua economia. A necessidade
de crescimento constante passou a conviver com a elaboração de formas de se
conter um possível colapso da economia mundial. Foi assim que surgiram os
primeiros teóricos da doutrina neoliberal. Para esses novos pensadores da
economia, um governo só pode manter o equilíbrio dos preços do mercado interno
fazendo uso de mecanismos de estabilização financeira e monetária, aliada a
políticas que contém os índices de inflação e preserve as reservas cambiais do
país. As liberdades de mercado continuam, mas as autoridades políticas devem
conter os excessos do capital especulativo e dos grandes monopólios. Outra
faceta específica da política neoliberal também atinge diretamente a relação de
gastos que o Estado mantém com as necessidades essenciais da sociedade civil.
De acordo com tal teoria, os gastos públicos do governo neoliberal com
educação, previdência social e outras ações de cunho assistencial devem ser
reduzidas ao máximo. Caso essas demandas se ampliassem, o próprio
desenvolvimento da economia proveria meios para que a sociedade civil
resolvesse tais questões. Entre as décadas de 1970 e 1980 observamos que os
primeiros governos neoliberais ganharam espaço no cenário político
internacional. Ronald Reagan, nos Estados Unidos; Margaret Thatcher, no Reino
Unido; e Helmut Kohl, na Alemanha são considerados os primeiros grandes
precursores desse modelo de desenvolvimento. Logo em seguida, outras nações
menos desenvolvidas, como Brasil e Argentina, tomaram medidas em favor desse
novo molde. No caso dos países subdesenvolvidos, a implantação do modelo
neoliberal teve como maior manifestação a onda de privatizações que atingiram
as empresas estatais. Argumentando que tal ação provocaria inevitável melhoria
de alguns serviços essenciais, o governo realizava a venda dessas empresas para
algum grupo econômico ou investidor particular. Contudo, ainda vemos que a
redução das empresas públicas não foi acompanhada por um benefício
proporcional. Mediante essas contradições impostas pelo modelo de desenvolvimento
neoliberal, percebemos a formação de movimentos de oposição que lutam pela
ampliação dos programas de assistência social oferecidos pelo Estado. Nesse
aspecto, a melhoria das condições de vida, o acesso à informação e qualidade de
ensino seriam pressupostos inevitáveis para que o neoliberalismo – que não vem
apresentando resultados nada satisfatórios – fosse remodelado pela ação de
transformações democráticas.
Por
Rainer Sousa
Cultura
Cultura (do latim colere, que significa cultivar) é um conceito de várias acepções, sendo a mais corrente a definição genérica formulada por Edward B. Tylor, segundo a qual cultura é “aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidões adquiridos pelo homem como membro da sociedade”. Em Roma, na língua latina, seu antepassado etimológico tinha o sentido de “agricultura” (significado que a palavra mantém ainda hoje em determinados contextos), como empregado por Varrão, por exemplo. Cultura é também associada, comumente, a altas formas de manifestação artística e/ou técnica da humanidade, como a música erudita europeia (o termo alemão “Kultur” – cultura – se aproxima mais desta definição). Definições de cultura foram realizadas por Ralph Linton, Leslie White, Clifford Geertz, Franz Boas, Malinowski e outros cientistas sociais. Em um estudo aprofundado, Alfred Kroeber e Clyde Kluckhohn encontraram pelo menos 167 definições diferentes para o termo cultura.
Por ter sido fortemente associada ao conceito de civilização no século XVIII, a cultura muitas vezes se confunde com noções de: desenvolvimento, educação, bons costumes, etiqueta e comportamentos de elite. Essa confusão entre cultura e civilização foi comum, sobretudo, na França e na Inglaterra dos séculos XVIII e XIX, onde cultura se referia a um ideal de elite. Ela possibilitou o surgimento da dicotomia (e, eventualmente, hierarquização) entre “cultura erudita” e “cultura popular”, melhor representada nos textos de Matthew Arnold, ainda fortemente presente no imaginário das sociedades ocidentais.
Racionalismo cartesiano
Racionalismo cartesiano é uma doutrina que atribui à Razão humana a capacidade exclusiva de conhecer e de estabelecer a Verdade. Opõe-se ao empirismo, colocando a Razão independente da experiência sensível, ou seja, rejeita toda intervenção de sentimentos, somente a Razão.
René Descartes nasceu na França em 1596, termina o secundário em 1612, sendo um aluno brilhante, não encontra a “Verdade” nos livros, ansioso e encontrar a verdade viaja por toda a parte. Em 1618, alista-se nas tropas holandesas de Maurício de Nassau e depois nas tropas do imperador da Baviera e luta na Guerra dos Trinta Anos.
Segundo Descartes : “Todo o método consiste na ordem e na disposição das coisas para as quais devemos voltar o olhar do espírito, para descobrir alguma verdade”. O eu, seria uma substância que pensa, duvida, concebe, afirma, nega, que quer, e que não quer, que imagina e que sente.
Filosofia e Ciência
Na antiguidade, a filosofia confundia-se com a ciência; ou melhor, a ciência não se distinguia da filosofia; a ciência moderna — com seu ideal de medida e verificação e seus métodos rigorosos — ainda não havia nascido, e já a palavra filosofia designava o conjunto do saber. Aristóteles, por exemplo, declarava: "Concebemos o filósofo, primeiro que tudo, como possuindo a totalidade do saber, na medida do possível". No século XVII, a palavra filosofia ainda é, comumente, sinónimo de "ciência física". Por exemplo, a obra fundamental em que Newton expõe sua mecânica intitula-se "Princípios matemáticos de filosofia natural". Em página muito célebre de seus "Princípios de Filosofia", Descartes declarava que "toda a filosofia é como uma árvore cujas raízes são a metafísica, o tronco a física e os três ramos principais a mecânica, a medicina e a moral". Assim, não só a metafísica ou filosofia primeira (estudo de Deus, da alma, do conhecimento em geral) e a moral são para Descartes, como para nós, disciplinas filosóficas; mas "ciências" no sentido moderno — como a física, a mecânica ou mesmo as técnicas — ciências aplicadas como a medicina, fazem parte da filosofia. Aliás, as quatro partes de que se compõem os "Princípios de Filosofia" intitulam-se respectivamente: "Dos princípios do conhecimento humano", "Dos princípios das coisas materiais", "Do Mundo visível" etc. e, finalmente, "Da Terra".
A linguagem
O que é linguagem? É o uso da língua como forma de expressão e comunicação entre as pessoas. Agora, a linguagem não é somente um conjunto de palavras faladas ou escritas, mas também de gestos e imagens. Afinal, não nos comunicamos apenas pela fala ou escrita, não é verdade?
Então, a linguagem pode ser verbalizada, e daí vem a analogia ao verbo. Você já tentou se pronunciar sem utilizar o verbo? Se não, tente, e verá que é impossível se ter algo fundamentado e coerente! Assim, a linguagem verbal é que se utiliza de palavras quando se fala ou quando se escreve.
A linguagem pode ser não verbal, ao contrário da verbal, não se utiliza do vocábulo, das palavras para se comunicar. O objetivo, neste caso, não é de expor verbalmente o que se quer dizer ou o que se está pensando, mas se utilizar de outros meios comunicativos, como: placas, figuras, gestos, objetos, cores, ou seja, dos signos visuais.
Vejamos: um texto narrativo, uma carta, o diálogo, uma entrevista, uma reportagem no jornal escrito ou televisionado, um bilhete? Linguagem verbal!
Agora: o semáforo, o apito do juiz numa partida de futebol, o cartão vermelho, o cartão amarelo, uma dança, o aviso de “não fume” ou de “silêncio”, o bocejo, a identificação de “feminino” e “masculino” através de figuras na porta do banheiro, as placas de trânsito? Linguagem não verbal!
A linguagem pode ser ainda verbal e não verbal ao mesmo tempo, como nos casos das charges, cartoons e anúncios publicitários.
Empirismo
Na filosofia, Empirismo é um movimento que acredita nas experiências como únicas (ou principais) formadoras das ideias, discordando, portanto, da noção de ideias inatas.
O empirismo é a sabedoria adquirida por percepções; pela origem das ideias por onde se percebe as coisas, independente de seus objetivos e significados; pela relação de causa-efeito por onde fixamos na mente o que é percebido atribuindo à percepção causas e efeitos; pela autonomia do sujeito que afirma a variação da consciência de acordo com cada momento; pela concepção da razão que não vê diferença entre o espírito e extensão, como propõe o racionalismo e ainda pela matemática como linguagem que afirma a inexistência de hipóteses.
Homofobia
Homofobia (homo, quer dizer
homossexual, fobia em grego
é medo) é uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação à lésbicas, gays,
bissexuais.
As definições referem-se variavelmente a antipatia, desprezo, preconceito,
aversão e medo irracional. Os homossexuais
sofrem em todo o mundo a discriminação e
a violência por suas escolhas sexuais. Em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação
contra homossexuais uma violação aos direitos
humanos. As grandes religiões não admitem a pratica homossexual pelo
propósito de preservarem suas condutas morais e éticas e grande parte da
sociedade se divergem sobre o tema. Aos poucos este seguimento social tem
ganhado seu espaço.
1- Qual sua opinião sobre o homossexualismo?
2- Devem ser criadas leis para
favorecerem os gays?
3-
Como você trata uma pessoa homossexual? 4- O que é a homofobia e qual sua opinião?
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Tiradentes, o herói brasileiro
Todos os anos comemoramos o dia de Tiradentes e nem todas as pessoas sabem exatamente o porquê desta comemoração. Tiradentes chamava-se Joaquim José da Silva Xavier e se tornou o líder da Inconfidência Mineira. O apelido de Tiradentes veio por ser dentista. No século XVIII o Brasil vivia sob as ordens e imposições de Portugal e a Inconfidência Mineira foi uma revolta contra os demandos daquele reinado. Em nome da luta pela independência do nosso país, Tiradentes foi considerado uma ameaça por suas idéias e por isso foi morto e esquartejado em praça pública no dia 21 de abril de 1792 na atual cidade mineira de Ouro Preto. Esse é o esquecido herói brasileiro.
domingo, 1 de abril de 2012
O Marxismo
O Marxismo é o conjunto de idéias filosóficas, econômicas, políticas e sociais elaboradas primariamente por Karl Marx e Friedrich Engels e desenvolvidas mais tarde por outros seguidores. Baseado na concepção materialista e dialética da História, interpreta a vida social conforme a dinâmica da base produtiva das sociedades e das lutas de classes daí conseqüentes. O marxismo compreende o homem como um ser social histórico e que possui a capacidade de trabalhar e desenvolver a produtividade do trabalho, o que diferencia os homens dos outros animais e possibilita o progresso de sua emancipação da escassez da natureza, o que proporciona o desenvolvimento das potencialidades humanas. A luta comunista se resume à emancipação do proletariado por meio da liberação da classe operária, para que os trabalhadores da cidade e do campo, em aliança política, rompam na raiz a propriedade privada burguesa, transformando a base produtiva no sentido da socialização dos meios de produção, para a realização do trabalho livremente associado - o comunismo -, abolindo as classes sociais existentes e orientando a produção - sob controle social dos próprios produtores - de acordo com os interesses humanos-naturais. Fruto de décadas de colaboração entre Karl Marx e Friedrich Engels, o marxismo influenciou os mais diversos sectores da atividade humana ao longo do século XX, desde a política e a prática sindical até a análise e interpretação de fatos sociais, morais, artísticos, históricos e econômicos. O marxismo foi utilizado desvirtuadamente como base para as doutrinas oficiais utilizadas nos países socialistas, nas sociedades pós-revolucionárias. No entanto, o marxismo ultrapassou as idéias dos seus precursores, tornando-se uma corrente político-teórica que abrange uma ampla gama de pensadores e militantes, nem sempre coincidentes e assumindo posições teóricas e políticas às vezes antagônicas, tornando-se necessário observar as diversas definições de marxismo e suas diversas tendências, especialmente a social-democracia, o bolchevismo, o esquerdismo e o comunismo de conselhos.
SAÚDE MENTAL
A saúde mental (SM) é um termo usado para descrever um nível de qualidade de vida cognitiva ou emocional ou a ausência de uma doença mental. Na psicologia, a saúde mental pode incluir a capacidade de um indivíduo de apreciar a vida e procurar um equilíbrio entre as atividades e os esforços para atingir a melhora psicológica. A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que não existe definição "oficial" de saúde mental. Diferenças culturais, julgamentos subjetivos e teorias relacionadas afetam o modo como a "saúde mental" é definida. Na pratica, se a mente está bem, todo o resto tambem vai bem.
1- O que é saúde mental?
2- O que a OMS fala sobre o assunto?
3- Como viver bem? 4- O que é a doença mental?
5- O que diz a psiclogia sobre o tema?
6- Como funciona a saúde mental na pratica?
7- Como o SUS pode ajudar na SM?
8- Quais os sinal que algo não vai bem com alguem?
9- Em sete linhas escreva como viver na vida sem stress?
1- O que é saúde mental?
2- O que a OMS fala sobre o assunto?
3- Como viver bem? 4- O que é a doença mental?
5- O que diz a psiclogia sobre o tema?
6- Como funciona a saúde mental na pratica?
7- Como o SUS pode ajudar na SM?
8- Quais os sinal que algo não vai bem com alguem?
9- Em sete linhas escreva como viver na vida sem stress?
segunda-feira, 26 de março de 2012
TEMPOS DE PAZ
Após acordar em horário impróprio para um proletário da educação, certamente era domingo, mas como sempre sem muitas opções para o mesmo, segui o convencimento trágico da senhora minha esposa, que mostrou-se extremamente aborrecida por não mais dividir a tarefa de cozinhar nos finais de semana, o que certamente faço com prazer e preguiça. Após tal refeição, de sobremesa desceu-me guela abaixo um filme longa metragem rodado inteiramente em, sei lá, acredito eu ser em super oito, pois a imagem caracterizava os anos quarenta e toda a melancolia, medo e ceticismo que a época envolvia em todos os sentidos.
A posposta do filme, que foi inserido no aparelho por acaso, inicialmente não me soou muito bem para a tarde fria do inverno de 2011, logo após um almoço repleto de carboidrato e frituras. O filme, brilhantemente dirigido por Daniel Filho e composto de grandes e celebres como Dan Scubas e Tony Ramos, demonstra força e coragem para entrar dentro do assunto pós-guerra mundial, mas não das demais formas como sempre as vi sendo interpretadas, desta vez havia singeleza no ar, uma forte carga de dramatização, realidade e fidelidade de imagem, texto e figurino e o que a poucos minutos demonstrava desconfiança, passou a ganhar minha atenção e o silencio penetrante de minha senhora, que deitada no sofá da sala rendia-se ao encanto da película e já esquecendo-se do desejo de um outro filme qualquer para matar o vazio da tarde.
Quem tem o papel principal? O fracassado homem do governo que fora enviando para um caz distante para assim guardar seus segredos de torturador e capacho dos donos da razão da verdade brasileira que já fizeram e aconteceram nesta terra, ‘que diga de passagem ainda continua capengando em suas leis’.
Será que o ator principal era o estrangeiro? Mas que estrangeiro era este afinal? Vamos por parte, o estrangeiro era um polonês, que era agricultor. Mesmo sem exercer a profissão um dia se quer, já desiste da mesma pois descobre a bela da arte na realidade de interpreta-la, isto ele soube fazer muito bem ao apostar sua permanência no Brasil com o homem que torturava com pimenta no anus e moendo as mãos do medico que salvou a vida de sua irmã.
Aprendi com esta falsa película em super oito e real historia das tristes e amargas lembranças trágicas da sujeira que ainda esconde-se debaixo do tapete desta nação, que esquecer às vezes é necessário, mas esqueçamos de uma forma sensata e não apenas nas fugas impostas pelas possibilidades enganozas que fantasiamos dentro de nós mesmos. O medo, a dor e a decepção podem ser encontradas dos dois lados enquanto achamos que aparte sofredora do fato encontra-se somente dentro de mim.
Somos todos uma missigenzação de tragédias e sofrimentos, de formas trágicas a bifurcação da vida nos trouxe até este lugar um dia e por alguém que se quer conhecemos, pois não somos adeptos a lembraças e raízes. Mas adotamos a idéia de sermos filhos desta nação, se não por origem e de direito, por adoção. O filme termina sua bela historia, relembrando alguns personagens brilhantes que fizeram parte deste mosaico de culturas, idéias, crenças e talentos que compõe hoje este país. E somente graças as milhares de pessoas empurradas, cuspidas e arrastadas para esta ‘patria amada, salve, salve’ é que ela se tornou um lugar onde nós sabemos que é nosso chão, mesmo não nos pertencendo.
Por Wanderson Cleiton do Carmo
A posposta do filme, que foi inserido no aparelho por acaso, inicialmente não me soou muito bem para a tarde fria do inverno de 2011, logo após um almoço repleto de carboidrato e frituras. O filme, brilhantemente dirigido por Daniel Filho e composto de grandes e celebres como Dan Scubas e Tony Ramos, demonstra força e coragem para entrar dentro do assunto pós-guerra mundial, mas não das demais formas como sempre as vi sendo interpretadas, desta vez havia singeleza no ar, uma forte carga de dramatização, realidade e fidelidade de imagem, texto e figurino e o que a poucos minutos demonstrava desconfiança, passou a ganhar minha atenção e o silencio penetrante de minha senhora, que deitada no sofá da sala rendia-se ao encanto da película e já esquecendo-se do desejo de um outro filme qualquer para matar o vazio da tarde.
Quem tem o papel principal? O fracassado homem do governo que fora enviando para um caz distante para assim guardar seus segredos de torturador e capacho dos donos da razão da verdade brasileira que já fizeram e aconteceram nesta terra, ‘que diga de passagem ainda continua capengando em suas leis’.
Será que o ator principal era o estrangeiro? Mas que estrangeiro era este afinal? Vamos por parte, o estrangeiro era um polonês, que era agricultor. Mesmo sem exercer a profissão um dia se quer, já desiste da mesma pois descobre a bela da arte na realidade de interpreta-la, isto ele soube fazer muito bem ao apostar sua permanência no Brasil com o homem que torturava com pimenta no anus e moendo as mãos do medico que salvou a vida de sua irmã.
Aprendi com esta falsa película em super oito e real historia das tristes e amargas lembranças trágicas da sujeira que ainda esconde-se debaixo do tapete desta nação, que esquecer às vezes é necessário, mas esqueçamos de uma forma sensata e não apenas nas fugas impostas pelas possibilidades enganozas que fantasiamos dentro de nós mesmos. O medo, a dor e a decepção podem ser encontradas dos dois lados enquanto achamos que aparte sofredora do fato encontra-se somente dentro de mim.
Somos todos uma missigenzação de tragédias e sofrimentos, de formas trágicas a bifurcação da vida nos trouxe até este lugar um dia e por alguém que se quer conhecemos, pois não somos adeptos a lembraças e raízes. Mas adotamos a idéia de sermos filhos desta nação, se não por origem e de direito, por adoção. O filme termina sua bela historia, relembrando alguns personagens brilhantes que fizeram parte deste mosaico de culturas, idéias, crenças e talentos que compõe hoje este país. E somente graças as milhares de pessoas empurradas, cuspidas e arrastadas para esta ‘patria amada, salve, salve’ é que ela se tornou um lugar onde nós sabemos que é nosso chão, mesmo não nos pertencendo.
Por Wanderson Cleiton do Carmo
Violencia contra a mulher
A violência contra a mulher é um dos fenômenos sócias mais absurdos e inaceitáveis. É uma tática consciente para obter poder e controle sobre a mulher. Quando acontece em ambiente familiar é uma fonte de medo, dano físico e psicológico à mulher e também às crianças, incluindo todos tipos de ameaças e privação de liberdade. A violência contra a mulher não é doença genética, nem conseqüência de alcoolismo, drogas, estresse ou raiva descontrolada, tampouco conseqüência do comportamento da vítima ou da pobreza.A violência contra a mulher é fruto da desigualdade entre homens e mulheres. Vamos acabar com a desigualdade! Vamos acabar com a violência contra a mulher!
No Brasil, há mais de três décadas, as mulheres denunciam e tentam dar visibilidade a essa situação. Neste período o país participou de várias convenções e assinou diversos tratados em prol da redução da violência doméstica e de gênero. Este ano o Governo Federal lançou um Plano Nacional de Prevenção e Redução da Violência Doméstica e de Gênero. Porém, todas estas iniciativas ainda não tem desencadeado um processo de mudança que de fato supere a violência contra a mulher.
É fato que, em nosso contexto de tantas contradições sócio-econômicas, as mulheres são vítimas de violência tanto quanto os homens. Mas a situação das mulheres é ainda agravada pela violência sexista.
Em nosso país grande número de mulheres vive em situação de violência física e psicológica (63% das mulheres brasileiras já sofreu algum tipo de violência) e, especialmente, a violência doméstica (75% dos casos de violência contra a mulheres e crianças acontecem no âmbito familiar). A casa, espaço da família, antes considerada lugar de proteção passa a ser um local de risco para as mulheres e crianças. O alto índice de conflitos doméstico já destruiu o mito do "lar, doce lar". As expressões mais terríveis da violência contra a mulher estão situadas na casa que já foi o espaço de maior proteção e abrigo.
No Brasil, há mais de três décadas, as mulheres denunciam e tentam dar visibilidade a essa situação. Neste período o país participou de várias convenções e assinou diversos tratados em prol da redução da violência doméstica e de gênero. Este ano o Governo Federal lançou um Plano Nacional de Prevenção e Redução da Violência Doméstica e de Gênero. Porém, todas estas iniciativas ainda não tem desencadeado um processo de mudança que de fato supere a violência contra a mulher.
É fato que, em nosso contexto de tantas contradições sócio-econômicas, as mulheres são vítimas de violência tanto quanto os homens. Mas a situação das mulheres é ainda agravada pela violência sexista.
Em nosso país grande número de mulheres vive em situação de violência física e psicológica (63% das mulheres brasileiras já sofreu algum tipo de violência) e, especialmente, a violência doméstica (75% dos casos de violência contra a mulheres e crianças acontecem no âmbito familiar). A casa, espaço da família, antes considerada lugar de proteção passa a ser um local de risco para as mulheres e crianças. O alto índice de conflitos doméstico já destruiu o mito do "lar, doce lar". As expressões mais terríveis da violência contra a mulher estão situadas na casa que já foi o espaço de maior proteção e abrigo.
VERDADE
A palavra verdade pode ter vários significados, desde “ser o caso”, “estar de acordo com os fatos ou a realidade”, ou ainda ser fiel às origens ou a um padrão. Usos mais antigos abarcavam o sentido de fidelidade, constância ou sinceridade em atos, palavras e caráter. Assim, "a verdade" pode significar o que é real ou possivelmente real dentro de um sistema de valores. Esta qualificação implica o imaginário, a realidade e a ficção, questões centrais tanto em antropologia cultural, artes, filosofia e a própria razão. Como não há um consenso entre filósofos e acadêmicos, várias teorias e visões a cerca da verdade existem e continuam sendo debatidas.
Para Nietzsche, por exemplo, a verdade é um ponto de vista. Ele não define nem aceita definição da verdade, porque não se pode alcançar uma certeza sobre a definição do oposto da mentira. Daí seu texto "como filosofar com o martelo". Mas para a filosofia de René Descartes a certeza é o critério da verdade. Quem concorda sinceramente com uma frase está alegando que ela é verdadeira. A filosofia estuda a verdade de diversas maneiras. A metafísica se ocupa da natureza da verdade. A lógica se ocupa da preservação da verdade. A epistemologia se ocupa do conhecimento da verdade.
O primeiro problema para os filósofos é estabelecer que tipo de coisa é verdadeira ou falsa, qual o portador da verdade (em inglês truth-bearer). Depois há o problema de se explicar o que torna verdadeiro ou falso o portador da verdade. Há teorias robustas que tratam a verdade como uma propriedade. E há teorias deflacionárias, para as quais a verdade é apenas uma ferramenta conveniente da nossa linguagem. Desenvolvimentos da lógica formal trazem alguma luz sobre o modo como nos ocupamos da verdade nas linguagens naturais e em linguagens formais.
Há ainda o problema epistemológico do conhecimento da verdade. O modo como sabemos que estamos com dor de dente é diferente do modo como sabemos que o livro está sobre a mesa. A dor de dente é subjetiva, talvez determinada pela introspecção. O fato do livro estar sobre a mesa é objetivo, determinado pela percepção, por observações que podem ser partilhadas com outras pessoas, por raciocínios e cálculos. Há ainda a distinção entre verdades relativas à posição de alguém e verdades absolutas. Filósofos analíticos apontam que a visão relativista é facilmente refutável. A refutação do relativismo, como Aquino colocou, basea-se no fato de que é difícil para alguém declarar o relativismo sem se colocar fora ou acima da declaração. Isso acontece por que se uma pessoa declara que "Todas as verdades são relativas", aparece a dúvida se essa afirmação é ou não é relativa. Se a declaração não é relativa; então, ela se auto-refuta. Ela se refuta por que a declaração encontra uma verdade sobre relativismo que determina que uma importante verdade relativista não é relativa. Por que a declaração não é relativa, o ouvinte é forçado a concluir que a declaração "Todas as verdades são relativas" é uma declaração falsa. Por outro lado, se todas as verdades são relativas, incluindo a afirmação de que "Todas as verdades são relativas", nesse caso, se for relativa aos desejos do ouvinte, então, se ele não quer acreditar que "Todas as verdades são relativas", ele não é obrigado a crer na afirmação.Nesse caso é o desejo dele contra o desejo de quem afirma. Por que as verdades são relativas, ele é livre para acreditar em qualquer varição da verdade. Ele pode, inclusive, crer que "Todas as verdades são absolutas"
Para Nietzsche, por exemplo, a verdade é um ponto de vista. Ele não define nem aceita definição da verdade, porque não se pode alcançar uma certeza sobre a definição do oposto da mentira. Daí seu texto "como filosofar com o martelo". Mas para a filosofia de René Descartes a certeza é o critério da verdade. Quem concorda sinceramente com uma frase está alegando que ela é verdadeira. A filosofia estuda a verdade de diversas maneiras. A metafísica se ocupa da natureza da verdade. A lógica se ocupa da preservação da verdade. A epistemologia se ocupa do conhecimento da verdade.
O primeiro problema para os filósofos é estabelecer que tipo de coisa é verdadeira ou falsa, qual o portador da verdade (em inglês truth-bearer). Depois há o problema de se explicar o que torna verdadeiro ou falso o portador da verdade. Há teorias robustas que tratam a verdade como uma propriedade. E há teorias deflacionárias, para as quais a verdade é apenas uma ferramenta conveniente da nossa linguagem. Desenvolvimentos da lógica formal trazem alguma luz sobre o modo como nos ocupamos da verdade nas linguagens naturais e em linguagens formais.
Há ainda o problema epistemológico do conhecimento da verdade. O modo como sabemos que estamos com dor de dente é diferente do modo como sabemos que o livro está sobre a mesa. A dor de dente é subjetiva, talvez determinada pela introspecção. O fato do livro estar sobre a mesa é objetivo, determinado pela percepção, por observações que podem ser partilhadas com outras pessoas, por raciocínios e cálculos. Há ainda a distinção entre verdades relativas à posição de alguém e verdades absolutas. Filósofos analíticos apontam que a visão relativista é facilmente refutável. A refutação do relativismo, como Aquino colocou, basea-se no fato de que é difícil para alguém declarar o relativismo sem se colocar fora ou acima da declaração. Isso acontece por que se uma pessoa declara que "Todas as verdades são relativas", aparece a dúvida se essa afirmação é ou não é relativa. Se a declaração não é relativa; então, ela se auto-refuta. Ela se refuta por que a declaração encontra uma verdade sobre relativismo que determina que uma importante verdade relativista não é relativa. Por que a declaração não é relativa, o ouvinte é forçado a concluir que a declaração "Todas as verdades são relativas" é uma declaração falsa. Por outro lado, se todas as verdades são relativas, incluindo a afirmação de que "Todas as verdades são relativas", nesse caso, se for relativa aos desejos do ouvinte, então, se ele não quer acreditar que "Todas as verdades são relativas", ele não é obrigado a crer na afirmação.Nesse caso é o desejo dele contra o desejo de quem afirma. Por que as verdades são relativas, ele é livre para acreditar em qualquer varição da verdade. Ele pode, inclusive, crer que "Todas as verdades são absolutas"
SOCIALISMO
Socialismo refere-se a qualquer uma das várias teorias de organização econômica advogando a propriedade pública ou coletiva e administração dos meios de produção e distribuição de bens e de uma sociedade caracterizada pela igualdade de oportunidades/meios para todos os indivíduos com um método mais igualitário de compensação. O socialismo moderno surgiu no final do século XVIII tendo origem na classe intelectual e nos movimentos políticos da classe trabalhadora que criticavam os efeitos da industrialização e da sociedade sobre a propriedade privada. Karl Marx afirmava que o socialismo seria alcançado através da luta de classes e de uma revolução do proletariado, tornando-se a fase de transição do capitalismo para o comunismo.
A maioria dos socialistas possuem a opinião de que o capitalismo concentra injustamente a riqueza e o poder nas mãos de um pequeno segmento da sociedade que controla o capital e deriva a sua riqueza através da exploração, criando uma sociedade desigual, que não oferece oportunidades iguais para todos a fim de maximizar suas potencialidades. Friedrich Engels, um dos fundadores da teoria socialista moderna, e o socialista utópico Henri di Saint Simon defendem a criação de uma sociedade que permite a aplicação generalizada das tecnologias modernas de racionalização da atividade econômica, eliminando a anarquia na produção do capitalismo. Isto irá permitir que a riqueza e o poder sejam distribuídos com base na quantidade de trabalho despendido na produção, embora não haja discordância entre os socialistas sobre como e em que medida isso poderia ser conseguido.
O socialismo não é uma filosofia concreta da doutrina fixa e programa; seus ramos defendem um certo grau de intervencionismo social e racionalização económica (geralmente sob a forma de planejamento econômico), às vezes opostos entre si. Uma característica de divisão do movimento socialista é a divisão entre reformistas e revolucionários sobre como uma economia socialista deveria ser estabelecida. Alguns socialistas defendem a nacionalização completa dos meios de produção, distribuição e troca, outros defendem o controle estatal do capital no âmbito de uma economia de mercado.
A maioria dos socialistas possuem a opinião de que o capitalismo concentra injustamente a riqueza e o poder nas mãos de um pequeno segmento da sociedade que controla o capital e deriva a sua riqueza através da exploração, criando uma sociedade desigual, que não oferece oportunidades iguais para todos a fim de maximizar suas potencialidades. Friedrich Engels, um dos fundadores da teoria socialista moderna, e o socialista utópico Henri di Saint Simon defendem a criação de uma sociedade que permite a aplicação generalizada das tecnologias modernas de racionalização da atividade econômica, eliminando a anarquia na produção do capitalismo. Isto irá permitir que a riqueza e o poder sejam distribuídos com base na quantidade de trabalho despendido na produção, embora não haja discordância entre os socialistas sobre como e em que medida isso poderia ser conseguido.
O socialismo não é uma filosofia concreta da doutrina fixa e programa; seus ramos defendem um certo grau de intervencionismo social e racionalização económica (geralmente sob a forma de planejamento econômico), às vezes opostos entre si. Uma característica de divisão do movimento socialista é a divisão entre reformistas e revolucionários sobre como uma economia socialista deveria ser estabelecida. Alguns socialistas defendem a nacionalização completa dos meios de produção, distribuição e troca, outros defendem o controle estatal do capital no âmbito de uma economia de mercado.
DOAÇÃO DE SANGUE
Doação de sangue é o processo pelo qual um doador voluntário tem seu sangue coletado para armazenamento em um banco de sangue ou hemocentro para um uso subsequente em uma transfusão de sangue. Trata-se de um processo de fundamental importância para o funcionamento de um hospital ou centro de saúde. O dia 27 de março é o dia do doador de Sangue. Existem algumas poucas religiões que não aceitam doação ou a transfusão de sangue. No Brasil, qualquer pessoa pode doar, desde que tenham entre 16 anos e 65 anos, peso acima de 50 kg, não ser usuário de drogas ou portador de alguma doença transmissível.
1)- Qual a postura de sua religião para a doação de sangue?
2)- Quais os benefícios para a doação?
3)- Qual a importância de se tornar doador?
4)- Descreva sobre a generosidade ao doar sangue:
1)- Qual a postura de sua religião para a doação de sangue?
2)- Quais os benefícios para a doação?
3)- Qual a importância de se tornar doador?
4)- Descreva sobre a generosidade ao doar sangue:
sábado, 11 de fevereiro de 2012
O que é a Filosofia?
A filosofia é o estudo do conhecimento. No século VI a.C. na Grécia, cansados de respostas mitológicas, os homens começaram a questionar a própria vida, surgindo a partir dai o nascimento da filosofia. Atualmente a disciplina trata de conceitos importantes para a sociedade, como; o pensamento humano, o comportamento social e a ética. Mas, nem sempre foi assim, no começo, a filosofia tratava de todos os temas, todas as coisas que se possa imaginar, pois o conhecimento nascia dos questionamentos humanos, somente no século XIX houve a separação entre ciência e filosofia. A palavra filosofia é composta de dois radicais gregos: Filo, Amigo ou amante. Sofia, sabedoria. O primeiro pensador grego a usar a palavra FILOSOFIA foi Pitágoras no século VIII a.C. e desde então iniciou a mais profunda discussão sobre o pensamento humano. Podemos até questionar o porque aprender filosofia, mas perguntas fundamentais para o homem, ainda buscam respostas, tais como: Quem eu sou? De onde eu vim? Para onde vou?
O carnaval
Carnaval é uma festa que se originou na Grécia por volta do século VI a.C.. Através dessa festa os gregos realizavam seus agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção. Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.. É um período de festas regidas pelo ano lunar no cristianismo da Idade Média. O período do carnaval era marcado pelo "adeus à carne" ou do latim "carne vale" dando origem ao termo "carnaval". O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade a partir do século XIX. Mas o que seria um período de festas e danças gera cada vez mais preocupação, uma vez que cresce assustadoramente os crimes por lesão corporal, estupro, tráfico e consumo de Drogas pela primeira vez, proliferação de DST’s, gravidez indesejada, alem de roubos e homicidios.
- Qual sua opnião sobre os males que a festa traz?
- Aponte pontos positivos do carnaval:
- As pessoas nesta festa realmente ‘perdem o juizo’?
- Qual sua opnião sobre os males que a festa traz?
- Aponte pontos positivos do carnaval:
- As pessoas nesta festa realmente ‘perdem o juizo’?
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Conheça a ti mesmo - Aula 1 / 2012

- Verdade é tudo que se prova?
- Quantas verdades existem?
- A vida é uam verdade?
- O que é a verdade?
- Só devemos acreditar no que vemos?
- O que não vemos, existe?
- Para quê existe?
- Por que existe?
- Qual a importancia da sua cresça?
- Quem ensinou voce a acreditar?
- Em que voce acredita?
- Por que acredita?
FILOSOFIA - Planejamento pedagógico e Plano de aula
FILOSOFIA - Planejamento pedagógicoProf.Wanderson Cleiton do Carmo
OBJETIVOS BASICOS:
O estudo da filosofia no ensino médio, por mais abandonado e desacreditado que esteja pelos dirigentes do sistema escolar do estado, tem papel preponderante na base acadêmica do individuo. A filosofia prepara o aluno para o convívio social, mediante o respeito pelo mesmo aprendido sobre as diferenças e a aceitação da liberdade de pensamento, critica, decisões e ponto de vista dos demais da sociedade. O conteúdo estudado estará criando pessoas mais criticas e reflexivas, tendo ampla possibilidade de escolhas e senso ético diante de sua vida profissional, universitária e social. A filosofia tem o desafio de levar os secundaristas a pensar, refletir, opinar e decidir sobre os meios e modos de vida que os tornem mais humanitários, competentes e realizados como estudantes.
OBJETIVOS DO EDUCADOR:
Estimular e promover o desenvolvimento intelectual dos alunos, levando os mesmos ao autoconhecimento e aceitação pessoal. Abordar a realidade contemporânea mostrando o papel de cada um no meio social e a sua importância para o desenvolvimento da sociedade. Levar o aluno a buscar alternativas para uma sociedade melhor e para uma nova perspectiva de vida mediante os desafios imposto a cada um.
ABORDAGEM:
Aulas com dinâmica de grupo, jogos, debates, pesquisas e trabalhos extra-sala, etc.
MATERIAL DIDÁTICO:
Apostilas, filmes, textos, livros, Internet, revistas e jornais, etc.
FORMAS AVALIATIVAS:
Através de trabalhos, testes avaliativos, provas, exercícios mensais e bimestrais, atividades e pesquisas extra-classe, participação em sala e interesse do aluno com a matéria, etc.
BIBLIOGRAFIA BASE:
ARANHA, Maria Lucia de Arruda – Filosofando – 2009 / 4ª edição – editora Moderna.
CHAUÍ, Marilena - Convite a Filosofia – 2001 / 7ª edição – editora Ática.
RESENDE, Antonio – Curso de Filosofia – 2005 / 13ª edição – editora Zahar.
MARCONDES, Danilo – Textos básicos de filosofia – 2008 / 1ª edição – editora Zahar.
COTRIM, Gilberto – Fundamentos da filosofia –1988 / 3ª edição – editora Saraiva.
GAARDER, Jostein – O mundo de Sofia – 1999 / 38º edição – editora Cia. das Letras.
OBS:
O docente se reserva no direito de adaptar ou alterar da grade apresentada, matérias relevantes para o aprendizado dos alunos, utilizando novos recursos didáticos em conformidade com a direção da escola, alem da implantação de projetos que possam somar na formação do individuo.
PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO 1º, 2º E 3º ANO DO ENSINO MÉDIO
As matérias serão aplicadas nas três respectivas series, conforme a evolução intelectual do aluno e o grau de desenvolvimento e necessidade de abordagem dos temas, seguindo sempre parâmetros curriculares e pedagógicos direcionados pelos profissionais de ensino.
MATÉRIAS ESPECIFICAS POR SERIE:
1º ANO
Mitos - Filosofia Clássica – Ceticismo – Empirismo – Escolástica – Ética - Filosofia Pré-Socrática – Platão – Sócrates – desigualdade - Democracia Capitalista - Filosofia Grega - Caixa de Pandora - Conhecimento - Fanatismo - Ideologia - Utopia - O mito da caverna - Educação Ambiental - Sociedade de Consumo - A ignorância – Metafísica - senso comum e critico - História da Filosofia
2º ANO
Aristóteles - Santo Agostinho – Existencialismo - Filosofia Moderna - Filosofia Medieval – Idealismo – Marxismo - Thomas Hobbes - Brasil Surrealista - Democracia Representativa - Desigualdade Social - fenomenologia - Hegel - René Descartes - David Hume - Dogmatismo - Pitagoras – Moral - Sofisma – Iluminismo – Existencialismo – Religião – Ontologia -
3º ANO
Cartesianismo – Dialética – Dogmatismo - Emmanuel Kant - Filosofia Contemporânea – Jean Paul Sartre - John Locke – Positivismo - Tomás de Aquino - Classes Sócias - Formação Cultural - Teoria antropológica - Kierkegaard - Heidegger - Husserl – Heidegger - Sigmund Freud - John Locke - Karl Marx - Cosmologia – lógica - Friedrich Nietzsche – Heidegger – Estética - Filosofia no Brasil – Introdução à psicologia -
MATERIAS A SEREM TRABALHAS NO DECORER DO ANO LETIVO EM TODAS AS TURMAS.
- Santo Agostinho
- O mundo sensível e inteligível em Platão
- A Origem da Filosofia
- Ceticismo
- Existencialismo
- Introdução ao empirismo
- Freud
- Mito e Filosofia
- Virtude em Aristóteles e Spinoza
- O Idealismo cartesiano
- O pensamento filosófico na Grécia antiga
- O materialismo Histórico- dialético
- O método Cartesiano
- O mito Hoje
- Sartre e o existencialismo
- A origem da filosofia
- O mito
- A utilidade da filosofia
- O nascimento da filosofia
- A atitude filosófica
- As evidencias do cotidiano
- A historia da filosofia
- O que é a filosofia
- Períodos da filosofia
- A liberdade
- Introdução à mitologia
- Para que a filosofia?
- Auto-estima
- A mulher na sociedade
- Deficiência física
- Estatuto da criança e do adolescente.
- A paciência
- Jovens dizem não ao cigarro
- Mudanças climáticas pioram a fome no mundo.
- Alcoolismo na adolescência
- Caráter
- Desigualdades entre Homens e mulheres.
- Jovens morrem por causas violentas
- Premio Nobel
- Senso crítico
- Senso comum
- O índio
- A amizade
- Vida sustentável
- O Valor da Família
- Relacionamento Humano
- Tolerância e Respeito
- Valores humanos
- Respeito e Amor ao Próximo
- Os brasileiros e sua religiosidade
- Desigualdades no Brasil
- Caverna de Platão
- Anorexia
- A caixa de Pandora.
- Campanha da fraternidade.
- Tiradentes: o herói brasileiro.
- O preconceito.
- Direitos do Cidadão
- Os pré-socráticos
- Deveres do Cidadão
- 1ª de maio; dia do trabalhador.
- Os males das drogas.
- Os efeitos das drogas.
- O que é droga.
- A filosofia é à base da psicologia
- Ceticismo
- Os grandes filósofos
- A razão e a racionalidade
- A verdade e a consciência
- Introdução a moral e a ética
- Introdução à lógica
- As principais religiões do mundo
- A democracia e a sociedade
- Introdução à metafísica
- O estudo das profissões
- A historia das religiões
- A política e seus paradoxos
- Para que a religião existe?
- A influencia da TV na sociedade
- A importância da religião no Brasil
- Para que serve a religião
- Eutanásia: o valor da vida
- A amizade
- Classificação das drogas.
- Maconha / Drogas e alucinações
- Festa, tradição e cultura junina.
- O que é política?
- O jovem e a política
- O Valor da família.
- Violência Doméstica
- Semana nacional do transito.
- Por que as pessoas sofrem?
- Doação de órgão
- O valor da leitura
- As religiões – resumo de varias
- O Significado da Páscoa.
- A bíblia e sua importância.
- Campanha da fraternidade.
- A violência urbana.
- Racismo.
- O que é droga.
- Os males das drogas.
- Os efeitos das drogas.
- Classificação das drogas.
- História da igreja no Brasil.
- Doação de órgãos.
- A influencia da mídia.
- Ética.
- Grandes personalidades da história.
- Estatuto da criança e do adolescente.
- O sagrado.
- O perdão.
- Doação de órgãos.
- O valor da beleza e sua conseqüência
- Reforma protestante e o cristianismo
- Filosofia contemporânea
- Política e sociedade
- Introdução a psicologia humana e social
ENSINO RELIGIOSO - Planejamento Pedagógico e Plano de aula

A Educação Religiosa - Planejamento Pedagógico
Objetivos gerais:
prof. Wanderson Cleiton do Carmo
Os PCNER estabelecem, assim, os objetivos da disciplina Ensino Religioso definindo com clareza as inovações do Ensino Religioso para que atinjam os seus fins:
"O Ensino Religioso, valorizando o pluralismo e a diversidade cultural presentes na sociedade brasileira, facilita a compreensão das formas que exprimem o Transcendente na superação da finitude humana e que determinam subjacentemente, o processo histórico da humanidade. Por isso necessita:
•Proporcionar o conhecimento dos elementos básicos que compõem o fenômeno religioso, a partir das experiências religiosas recebidas no contexto do educando;
•Subsidiar o educando na formulação do questionamento existencial, em profundidade, para que possa dar sua resposta devidamente informado;
•Analisar o papel das tradições religiosas na estruturação e manutenção das diferentes culturas e manifestações socioculturais;
•Facilitar a compreensão do significado das afirmações e verdades de fé das tradiçoes religiosas;
•Refletir o sentido da atitude moral, como conseqüência do fenômeno religioso e expressão da consciência e da resposta pessoal e comunitária do ser humano;
•Possibilitar esclarecimentos sobre o direito à diferença na construção de estruturas religiosas que têm na liberdade o seu valor inalienável."
Proposta pedagógica para o ensino fundamental para o ano letivo de 2010.
Justificativa:
A cada dia que passa é maior a necessidade para que os indivíduos possam tornar-se sujeitos de si mesmos, pessoas conscientes de sua história e ações. Até mesmo o mercado de trabalho já exige um perfil profissional que supõe uma mão de obra criativa e atuante, e não mais meros executores de tarefas, mas sim executores de idéias e conhecedores de si mesmos. Nossa preocupação, para além do mercado, é com a formação de um indivíduo crítico, ético e responsável socialmente pelos seus atos. A possibilidade da formação deste indivíduo deve ser viabilizada através da escola. Ela não se dá espontaneamente, necessita de fomentadores para tal. Uma das formas de viabiliza esta formação esperada, é através do processo ensino-aprendizagem das ciências, da filosofia, da cultura, das artes, e da experiência de vida e religiosidade de cada um. Neste contexto, cabe à Educação Religiosa garantir não só a visão de totalidade da história e do processo do conhecimento social, mas também a formação humanista deste ser. Não podemos negar a necessidade de especialização hoje imposta, mas também desenvolver no educando - junto com outras disciplinas - a sua formação intelectual e moral. Capacidade de buscar, através da leitura, da observação, da percepção de transformações ocorridas a partir da sua própria interferência em situações sociais, o melhor caminho historicamente possível para a organização da vida em sociedade. Desta forma, a disciplina de Educação Religiosa busca fornecer ao educando o instrumental básico à elaboração de uma reflexão sobre o mundo, e sobre si mesmo no mundo, de forma a lhe possibilitar a conquista de uma autonomia crescente no seu papel de pensar e agir.
Propostas:
Os trabalhos e atividades serão desenvolvidos a partir de aulas expositivas; leituras e pesquisas orientadas; áudio, vídeo e Internet; seminários e palestras; análise, interpretação e discussão de temas atuais; integração com outras disciplinas; avaliações. Ao longo do ano, espera-se do aluno, as seguintes capacitações com a disciplina;
- Aceitar-se como tal, respeitando valores morais e éticos da sociedade;
- Aprender e fixar a leitura interpretativa de textos teóricos, tendo o senso critico para interpretá-los;
- Aprender conceitos, saber relacioná-los entre si e aplicá-los em sua realidade;
- Reconhecer-se como ser produtor de cultura e, portanto, da história;
- Compreender a produção do pensamento como enfrentamento dos desafios humanos;
- Compreender o papel da reflexão, em especial, o da importância religiosa social, da amizade e da família;
- Saber construir "universos" históricos de diferentes tempos em seu pensamento sem preconceitos;
- Situar-se como cidadão no mundo em que vive, percebendo o seu caráter histórico e a sua dimensão de liberdade;
- Compreender o conhecimento como possibilidade de libertação social;
- Compreender o pensamento do seu mundo como síntese de diferentes culturas anteriores e concomitantes a ele;
As matérias apresentadas podem ser trabalhadas com outros títulos, alem de poderem ser incorporadas em outras propostas. Fica a cargo do docente ou da instituição o acréscimo, retirada, modificação ou adaptação dos temas na grade curricular proposta para o ano letivo, seguindo o ritmo do aluno, os acontecimentos do cotidiano ou a necessidade de novas abordagens ou adaptações da legislação. Alem das sugestões indicadas, fica a disciplina aberta para os projetos implantados pela escola.
Bibliografias e referencias:
- TONGU, Maria Izabel de Oliveira. Coleção Alegria de Viver. Editora Moderna, 1997.
- TESCAROLO, Floriano. Coleção Nossa Vida. Editora FTD, 1975.
- BRANDÃO, Carlos Rodrigues. Os deuses do povo. Editora Brasiliense, 1980.
- SJ, Raul Paiva. Vamos ao encontro de Jesus Cristo. Editora Loyola, 1981.
- CHAUÍ, Marilena - Convite a Filosofia – Editora Ática, 2001.
- COTRIM, Gilberto – Fundamentos da filosofia – Editora Saraiva, 1988.
- MARCONDES, Danilo – Textos básicos de filosofia – Editora Zahar, 2008.
- FAZENDA, Ivani Catarina Arantes. Práticas Interdisciplinares na escola. Editora Cortez, 2001.
- FONTANA, David. Psicologia para professores. Editora Manole, 1991.
ALGUMAS PROPOSTAS A SEREM TRABALHADAS NO 7° ANO:
Primeiras, segundas, terceiras e quarta etapa.
- Para que serve a educação religiosa?
- Campanha da fraternidade
- A paciência
- A mulher na sociedade
- A amizade
- O que é droga
- Classificação das drogas
- Drogas – a maconha e seus males.
- O preconceito
- Os sete pecados capitais
- Racismo
- Violência doméstica
- 1º de maio - dia do trabalhador
- As sete maravilhas do mundo
- Deveres do cidadão
- Festa junina
- Ser gente
- O índio
- Tiradentes, o herói brasileiro.
- O mito
- O Significado da Páscoa.
- A bíblia.
- O preconceito.
- Direitos do Cidadão
- Deveres do Cidadão
- A violência urbana.
- A bíblia e sua importância.
- O Valor da família.
- Semana nacional do transito.
- Ética.
- Grandes personalidades da história.
- Estatuto da criança e do adolescente.
- Temas transversais.
- O valor da beleza
- O sagrado.
- O perdão.
- Doação de órgãos.
- A influencia da mídia.
- Utilização de recursos audiovisuais
- Uso de dinâmicas, poemas e teatro.
- Etc........
ALGUMAS PROPOSTAS A SEREM TRABALHADAS NO 8° ANO:
Primeiras, segundas, terceiras e quarta etapa.
- Para que a educação religiosa?
- A mulher na sociedade
- A influencia da tv na sociedade
- A importância da religião no Brasil
- Para que serve a religião – 1
- Para que serve a religião – 2
- Eutanásia: o valor da vida
- Temas transversais.
- A amizade
- O que é política?
- O jovem e a política
- Por que as pessoas sofrem?
- Doação de órgão
- A paciência
- O valor do livro
- O valor da beleza
- As religiões – resumo de varias
- O Significado da Páscoa.
- A bíblia e sua importância.
- Campanha da fraternidade.
- Tiradentes: o herói brasileiro.
- O preconceito.
- Direitos do Cidadão
- Deveres do Cidadão
- 1ª de maio; dia do trabalhador.
- O que é droga.
- Os males das drogas.
- Os efeitos das drogas.
- Classificação das drogas.
- Festa junina.
- A violência urbana.
- Racismo.
- O índio
- O Valor da família.
- Violência Doméstica
- Semana nacional do transito.
- Ética.
- Estatuto da criança e do adolescente.
- História da igreja no Brasil.
- O perdão.
- Doação de órgãos.
- A influencia da mídia.
- Utilização de recursos audiovisuais
- Uso de dinâmicas, poemas e teatro.
- Etc........
ALGUMAS PROPOSTAS A SEREM TRABALHADAS NO 9° ANO:
Primeiras, segundas, terceiras e quarta etapa.
- Para que a educação religiosa?
- Auto-estima
- A mulher na sociedade
- Deficiência física
- Estatuto da criança e do adolescente.
- A paciência
- Jovens dizem não ao cigarro
- Mudanças climáticas pioram a fome no mundo.
- Alcoolismo na adolescência
- Caráter
- Desigualdades entre Hom e mulheres.
- Jovens morrem por causas violentas
- Premio Nobel
- Senso crítico
- Senso comum
- O índio
- A amizade
- Vida sustentável
- O Valor da Família
- Relacionamento Humano
- Tolerância e Respeito
- Valores humanos
- Respeito e Amor ao Próximo
- Os brasileiros e sua religiosidade
- Desigualdades no Brasil
- Caverna de Platão
- Anorexia
- A caixa de Pandora.
- O Significado da Páscoa.
- Campanha da fraternidade.
- Tiradentes: o herói brasileiro.
- O preconceito.
- O valor da beleza
- Direitos do Cidadão
- Deveres do Cidadão
- 1ª de maio; dia do trabalhador.
- Os males das drogas.
- Os efeitos das drogas.
- O que é droga.
- Classificação das drogas.
- Maconha gera deficiência mental
- Festa junina.
- A violência urbana.
- Racismo.
- O Valor da família.
- Violência Doméstica
- Semana nacional do transito.
- Ética.
- Grandes personalidades da história.
- Estatuto da criança e do adolescente.
- O sagrado.
- O perdão.
- Doação de órgãos.
- A influencia da mídia vidas.
- Temas transversais.
- Utilização de recursos audiovisuais
- Uso de dinâmicas, poemas e teatro.
- Etc........
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